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A vereadora Raquel Bryk está solicitando à Prefeitura Municipal, informações relacionadas a programas de habitação que estão em andamento em Corumbá, ou previstos, voltados para atender famílias de baixa renda e que não contam com casa própria.
O pedido foi feito direto ao prefeito Marcelo Iunes e, caso a resposta seja positiva, ela quer saber o número de unidades que estão em construção, ou previstas, bem como a origem dos recursos que serão aplicados.
“Temos acompanhado no site da Prefeitura que estão abertos cadastros de inscrição de moradias populares e a veiculação desta notícia trouxe a tona uma grande procura por parte daquelas famílias que não possuem moradia própria. Precisamos de maiores esclarecimentos para evitar que estas pessoas fiquem ainda mais desanimadas”, relatou.
A vereadora lembra que, “existe em Corumbá, um grande déficit de moradias afetando principalmente as famílias de baixa renda, que por dificuldade em pagar aluguéis, devido ao alto valor em decorrência à crise financeira que assola o país, acaba ‘invadindo’ áreas em vários cantos da cidade. Portanto, a questão de construção de moradias populares é de extrema relevância para o Município”, justificou.
FONPLATA
Por meio de indicação direcionada ao diretor-executivo do FONPLATA no Brasil, Marcos Machado Guimarães, Raquel está pedindo informações se ocorreram repasses, operações de empréstimos, de cooperação, de financiamento ou doações para Corumbá aplicar nas ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19.
Explicou que, de acordo com informações contidas no site do FONPLATA, houve uma grande preocupação em dar apoio aos países, por conta dos agravos socioeconômicos vividos por conta da pandemia, e por isso mesmo ela busca saber se o Município também foi contemplado de alguma maneira com a iniciativa”.
NO CONSELHO
Para atender integrantes do Conselho Tutelar, Raquel Bryk sugeriu ao secretário de Finanças e Orçamento, Luiz Henrique Maia de Paula, a realização de estudo de impacto para a alteração de DGA 4 para DGA 3 e DAG2 em um quadro específico que possui cinco servidores do Conselho Tutelar aprovados em concurso públicos e eleições, que trabalham em regime de dedicação exclusiva e em plantões, e que precisam serem melhor remunerados.
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